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A SGS tem estado na vanguarda da tecnologia lixiviação de cianeto durante décadas.

Temos o equipamento e a experiência necessária para projetar os circuitos de lixiviação de cianeto mais econômicos e eficientes para a sua operação de processamento de ouro. Nossa quipe inclui profissionais de categoria internacional que desenvolveram técnicas como CIP (Carbon-In-Pulp), CIL (Carbon-In-Leach), RIP (Resin-In-Pulp) e RIL (Resin-In-Leach).

A SGS é lider em processamento de ouro. Nossas robustas tecnologias e pessoal experiente asseguram uma recuperação de ouro melhorada, e um melhor ponto de partida para a operação da sua mina.

A lixiviação de cianeto tem sido o padrão da indústria para o processamento de ouro por mais de 100 anos. Durante o processo de lixiviação por cianeto, uma solução de cianeto, ou lixiviante, é filtrada através do minério contido em tanques, colunas ou pilhas. O ouro é dissolvido pelo cianeto e depois removido da pilha ou coluna. Depois ele é extraído da solução de lixívia impregnada por absorção do carbono ou resinas. Este método econômico e de eficiência comprovada oferece a recuperação máxima para vários minérios de ouro, incluindo os de baixa graduação e minérios refratários.  

Os profissionais da SGS desenvolvem o seu fluxograma de lixívia de cianeto em escala de laboratório usando ensaios de rolo da garrafa de cianeto para avaliar os parâmetros de lixívia e otimizar a recuperação do ouro. Durante esses testes, a aeração, alcalinidade, tempo de agitação e tamanho de grão são estritamente controlados e os dados resultantes oferecem uma estimativa precisa da recuperação de ouro e taxas de consumo de ácido. Tais testes definem os parâmetros para a sua planta-piloto ou recuperações do site final.

Os profissionais da SGS usam os resultados obtidos dos rolos de garrafa para estabelecer os procedimentos de preparação e recuperação mais apropriados para o seu minério. Os processos de lixiviação de cianeto incluem:

Lixívia de tanque e coluna

Na lixiviação de cianeto tradicional, o minério é colocado em tanques ou colunas. A solução de cianeto é filtrada através do minério e dissolve o ouro, que é depois removido do lixiviante por absorção em carbono ou resinas. O tamanho do grão e os níveis de oxigênio e alcalinidade são cuidadosamente controlados para assegurar a máxima recuperação de ouro.

Lixiviação de coluna

A lixiviação de coluna facilita a extração lucrativa de ouro de minérios de graduação muito baixa. Antes da lixiviação de coluna, o minério bruto (ROM) ou esmagado é reunido em colunas de 10 a 20 m de altura que são empilhadas em uma camada impermeável. Uma solução de cianeto diluído é borrifada na coluna, se filtra através da pilha e dissolve o ouro disponível. A solução é então dirigida para um reservatório. A solução de cianeto, que se diz que está "impregnada" de ouro, é então bombeada através de colunas onde o ouro é recuperado. A econômica lixiviação de coluna oferece várias vantagens, incluindo:

  • Os custos de fragmentação são reduzidos já que o ouro só é esmagado, e não moído.
  • A solução de cianeto é reciclado através da coluna, reduzindo a quantidade de cianeto usado na operação.  
  • O processo é especialmente adequado para minérios de baixa graduação e minérios com alto conteúdo de argila.

Recuperação de ouro

Absorção de carbono e resina

Os cientistas da SGS desenvolveram e continuam a melhorar esses processos econômicos e testados pelo tempo para extrair ouro de soluções de cianeto impregnadas. O carbono ativado remove efetivamente o ouro do cianeto, uma vez que o ouro é absorvido nos poros do carbono. Isso fez com que proliferassem tecnologias tais como CIP (Carbon-In-Pulp), CIL (Carbon-In-Leach) e CIC (Carbon-In-Columns).

Mais recentemente, a SGS se colocou na liderança da indústria de processamento de ouro com o desenvolvimento de tecnologias baseadas em resina. Neste caso, o ouro é absorvido em partículas de resina sintética, em vez de carbono ativado. Esse processo é mais eficiente, fácil de controlar e mais robsto do que as tecnologias baseadas em carbono.

Variações neste processo incluem:

  • Carbon-in-pulp  
  • Carbon-in-leach
  • Carbon-in-columns

RIL (Resin-in-leach) / RIP (Resin-in pulp)

Nos últimos anos, a resina está substituindo o carbono como fase na qual o ouro é absorvido. A SGS é líder no desenvolvimento desta tecnologia. O processo usado na absorção de resina é similar à absorção de carbono, mas partículas esféricas de resina sintética substituem os grãos de carbono ativado. Esse processo traz várias vantagens para o processamento de ouro:

  • O tamanho das partículas de resina sintética é mais coerente que o das partículas de carbono natural, permitindo um maior controle ao adicionar absorvente.
  • Melhores resultados a partir de minérios refratários, ou daqueles que contêm altos níveis de argila ou componentes orgânicos  
  • As partículas de resina são mais robustas e não necessitam ser preenchidas com tanta frequência quanto o carbono, mantendo assim os custos operacionais em um patamar mais baixo.

Associe-se com a SGS e aproveite a nossa experiência e capacidades tecnológicas reconhecidas internacionalmente para obter taxas de recuperação mais altas e crescimento máximo em sua operação de recuperação de ouro.